Mirar desde adentro: producción audiovisual indígena frente a la violencia del archivo
This article analyzes a set of audiovisual practices by Indigenous women creators as critical interventions in hegemonic regimes of representation and in the ways archives have historically organized the image. By approaching the archive as a technology that fixes, classifies, and regulates meaning,...
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Digital |
| Language: | spa |
| Published: |
UNIVERSIDAD ANTONIO NARIÑO
2026
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.uan.edu.co/index.php/nodo/article/view/2392 |
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| author | Luna-Tamayo, María Cristina |
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| description | This article analyzes a set of audiovisual practices by Indigenous women creators as critical interventions in hegemonic regimes of representation and in the ways archives have historically organized the image. By approaching the archive as a technology that fixes, classifies, and regulates meaning, the article proposes understanding audiovisual practices not merely as representational media, but as spaces for the production of situated memory, experience, and political agency.Drawing on the notion of looking from within, the text examines how these practices displace the position assigned to Indigenous images within institutional and media archives, activating forms of production that exceed their organizing logic. The analysis is based on a delimited corpus which allows for observing different regimes of visibility and their transformations. Rather than constituting a pure outside, these practices introduce fissures within regimes of registration and circulation, reconfiguring relationships between body, territory, time, and authorship from situated cultural frameworks. Engaging with visual culture studies and contemporary critiques of the archive, the article argues that these practices not only transform modes of representation, but also open zones of opacity where meaning does not fully stabilize, enabling alternative ways of thinking about images, memory, and knowledge beyond universal or hegemonic categories. |
| format | Digital |
| id | revistas.uan.edu.co-article-2392 |
| institution | Revista NODO |
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| publishDate | 2026 |
| publisher | UNIVERSIDAD ANTONIO NARIÑO |
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| spelling | revistas.uan.edu.co-article-23922026-05-13T15:31:43Z Mirar desde adentro: producción audiovisual indígena frente a la violencia del archivo Luna-Tamayo, María Cristina Producción audiovisual indígena autoría de mujeres Archivo como dispositivo violencia epistémica mirada situada Producción audiovisual indígena Mujeres creadoras Archivo Cultura visual Violencia epistémica This article analyzes a set of audiovisual practices by Indigenous women creators as critical interventions in hegemonic regimes of representation and in the ways archives have historically organized the image. By approaching the archive as a technology that fixes, classifies, and regulates meaning, the article proposes understanding audiovisual practices not merely as representational media, but as spaces for the production of situated memory, experience, and political agency.Drawing on the notion of looking from within, the text examines how these practices displace the position assigned to Indigenous images within institutional and media archives, activating forms of production that exceed their organizing logic. The analysis is based on a delimited corpus which allows for observing different regimes of visibility and their transformations. Rather than constituting a pure outside, these practices introduce fissures within regimes of registration and circulation, reconfiguring relationships between body, territory, time, and authorship from situated cultural frameworks. Engaging with visual culture studies and contemporary critiques of the archive, the article argues that these practices not only transform modes of representation, but also open zones of opacity where meaning does not fully stabilize, enabling alternative ways of thinking about images, memory, and knowledge beyond universal or hegemonic categories. Este artigo analisa um conjunto de práticas audiovisuais criadas por artistas indígenas como formas críticas de intervenção nos regimes hegemônicos de representação e nas maneiras pelas quais o arquivo historicamente organizou a imagem. Partindo da compreensão do arquivo como uma tecnologia que fixa, classifica e regula o significado, propõe-se considerar as mídias audiovisuais não apenas como um meio de representação, mas também como um espaço para a produção de memória, experiência e agência política situada. A partir da noção de olhar de dentro, o texto examina como essas práticas deslocam o lugar atribuído à imagem indígena nos arquivos institucionais e midiáticos, ativando formas de produção que transbordam sua lógica organizacional. A análise é articulada por meio de um conjunto limitado de obras que nos permitem observar diferentes regimes de visibilidade e suas transformações. Em vez de constituir um exterior puro, essas práticas introduzem fissuras nos modos de registro e circulação, reconfigurando as relações entre corpo, território, tempo e autoria a partir de referenciais culturais situados. Em diálogo com os estudos da cultura visual e as críticas arquivísticas contemporâneas, o artigo argumenta que essas práticas não apenas transformam os modos de representação, mas também abrem áreas de opacidade onde o significado não está totalmente estabilizado, permitindo-nos pensar sobre imagem, memória e conhecimento para além das categorias universais ou hegemônicas. Este artigo analisa um conjunto de práticas audiovisuais criadas por artistas indígenas como formas críticas de intervenção nos regimes hegemônicos de representação e nas maneiras pelas quais o arquivo historicamente organizou a imagem. Partindo da compreensão do arquivo como uma tecnologia que fixa, classifica e regula o significado, propõe-se considerar as mídias audiovisuais não apenas como um meio de representação, mas também como um espaço para a produção de memória, experiência e agência política situada. A partir da noção de olhar de dentro, o texto examina como essas práticas deslocam o lugar atribuído à imagem indígena nos arquivos institucionais e midiáticos, ativando formas de produção que transbordam sua lógica organizacional. A análise é articulada por meio de um conjunto limitado de obras que nos permitem observar diferentes regimes de visibilidade e suas transformações. Em vez de constituir um exterior puro, essas práticas introduzem fissuras nos modos de registro e circulação, reconfigurando as relações entre corpo, território, tempo e autoria a partir de referenciais culturais situados. Em diálogo com os estudos da cultura visual e as críticas arquivísticas contemporâneas, o artigo argumenta que essas práticas não apenas transformam os modos de representação, mas também abrem áreas de opacidade onde o significado não está totalmente estabilizado, permitindo-nos pensar sobre imagem, memória e conhecimento para além das categorias universais ou hegemônicas. UNIVERSIDAD ANTONIO NARIÑO 2026-05-07 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion application/pdf https://revistas.uan.edu.co/index.php/nodo/article/view/2392 10.54104/nodo.v20n40.2392 REVISTA NODO; Vol. 20 Núm. 40 (2026): Diversidad, activismos y transformaciones. Las mujeres en la investigación-creación artística; 58-66 2346-092X 1909-3888 10.54104/nodo.v20n40 spa https://revistas.uan.edu.co/index.php/nodo/article/view/2392/1796 Derechos de autor 2026 María Cristina Luna-Tamayo https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 |
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